sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

AS DESVENTURAS DE L. HEITOR EM ‘OS DOIS PALANQUES DE DILMA’

E agora?... – Pensou L. Heitor.
A Dilma guerrilheira, candidata do presidente Pinóquio à presidência, recebeu – de braços abertos - o apoio da executiva nacional do PDT, partido que aqui na Ilha da Fantasia abriga em suas fileiras o Dr. Jackson Lago, candidato ao governo do estado e um dos mais fortes adversários de Hellô Kit, também candidata. A Dilma deixou claro que subirá nos dois palanques durante a sua campanha. Vai tanto apoiar os Sir Neys quanto o Jackson.
E o presidente Pinóquio virá à Ilha da Fantasia para apoiar a sua guerrilheira, digo, candidata? Subirá ele nos dois palanques? E se a Dilma tiver que disputar um segundo turno, acontecendo o mesmo aqui na Ilha da Fantasia, envolvendo justamente Hellô Kit e Jackson? Subirá a voraz guerrilheira nos dois palanques?...
Estas dúvidas enlouquecem a mais que atordoada mente de L. Heitor. Mas qualquer L. Heitor que seja e que desse muita atenção a estes fatos também se sentiria assim. Não é fácil tentar imaginar isso, de que forma isto pode vir a acontecer.
Já tinha visto o presidente Pinóquio em pleno palanque, em pleno comício de campanha, afirmar que o nobre Sir Ney, sua filhota Hellô Kit e toda a trupe, eram mentirosos e descarados. Era o que de pior havia em política não só na Ilha da Fantasia, mas em todo o país. Viu e reviu. Está na internet. Aquele filme do então candidato Pinóquio, em cima de um caminhão, comparando o Sir Ney a um câncer, está ali no YouTube para quem quiser ver. E L. Heitor o viu várias vezes (clique aqui e veja você também). E agora – sem entender muito bem – vê o presidente Pinóquio em verdadeiros colóquios amorosos com Sir Ney e sua mimada filhota Hellô Kit. Com Lobão do apagão.
Mas agora o caso é mais sério. A pinoquiana e guerrilheira candidata Dilma (ou será Estela; ou Luiza; ou Patrícia; ou Wanda???) prometeu subir nos dois palanques e pedir votos para Hellô Kit e Jackson, mesmo sabendo-os ferrenhos adversários.
Isso é tão descabido, que L. Heitor resolve interromper mais uma de suas viagens e voltar à realidade. Mas não sem antes se perguntar: Será este um caso que os sábios ministros do TSE possam vir a cassar o Jackson - se eleito - e qualificar como ‘bigamia política’? Ou – quem sabe – uma ‘suruba eleitoral’?

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